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Amor Platônico
Parece ate uma idéia romântica para alguns, mas na realidade, tudo é muito diferente do pensado romantismo. Para nos aprofundar um pouco, essa expressão, foi derivada do nome de Platão. Não, não estou falando do planeta plutão, estou falando do filósofo Platão. Para quem nunca ouviu falar, trata-se de um filósofo grego, que segundos suas definições, o mundo era dividido em duas partes iguais: um mundo real, com seus defeitos e imperfeições e outro idealizado, perfeito e sem erros. Então, derivou-se a expressão platônico, ou seja, dividido entre o real e o idealizado. Até aí tudo bem, mas não existe nenhum benefício em viver uma situação como esta, mas ainda assim, é bastante comum, se observarmos com atenção. Não acredito que exista uma pessoa sequer, que nunca tenha vivido uma paixão fantasiosa e irreal, ou que pelo menos, não tenha convivido com alguém que tivesse. Na adolescência, é muito comum que as pessoas se apaixonem por alguém que as encanta, fascina, e as inspira admiração, aprendizado ou curiosidade...a vizinha mais velha (e geralmente casada), o amigo do irmão mais velho, a namorada do melhor amigo, aquele ser intocável e inatingível... As paixões platônicas, tendem a seguir pelos caminhos mais difíceis, por imposição ou imaturidade da própria pessoa! Eu tomo por exemplo, aquele professor de artes que tive na sexta série, sei lá quantos 10 ou 20 anos mais velho do que eu na época... Qualquer mal estar era motivo para matar aula, desde que não fosse aula de artes, caso fosse, eu ia para escola nem que fosse no soro, com o caixão em baixo do braço...o professor Mauro, ficou muito tempo na minha cabeça, e eu passei a tirar as melhores notas da minha vida. Quando ele saiu da escola, eu sofri horrores, minhas notas caíram e eu nem assistia mais as aulas do professor que o substituiu, depois de um tempo, esqueci e hoje tive que fazer força para lembrar seu nome. É natural que a maturidade e o passar do tempo, minimize essa paixão fantasiosa e as pessoas comecem a viver relações reais. Acabei de me lembrar de uma amiga minha, que passou anos se dizendo apaixonada pelo Bon Jovi. Nós chegamos a pensar que ela estivesse doente, por que alem de não falar em outra coisa, escrevia cartas e poemas para um dia entregá-lo (correio nem pensar, tinha que ser pessoalmente), não estudava direito pra ficar lendo sobre ele, não copiava as matérias para ficar tentando traduzir as letras das músicas e ainda por cima, passou a assinar Jovi no final de seu nome! E não estávamos erradas, em pouco tempo a tal paixão, começou a se projetar com mais intensidade e não demorou para que ela passasse a acreditar que se casaria realmente com O Bon Jovi. Entre tantas pessoas que riam e achavam engraçado, eu me preocupava cada vez mais com aquela fantasia. Tem gente que alimenta essas paixões por anos e anos a fio. Este foi o caso da minha amiga. Em alguns casos, torna-se um problema muito sério e sofrido, e pode ser encarado até como masoquismo, uma vez que a própria pessoa alimenta a causa de seu sofrer. Cada um precisa saber a hora de agir ou pular fora, ou se a pessoa se sente incapaz de agir sozinha, só mesmo com ajuda psicológica ou psiquiátrica, por que já virou doença mesmo! Depois de muitas crises, conflitos e sofrimentos, passou! A última notícia que tive dela, era que estava namorando e iria se casar, mas não com o Bon Jovi!
Mas Por Que Isso Acontece?
Por não se considerarem merecedoras do amor de alguém, as pessoas se apaixonam platonicamente. A pessoa não acredita que alguém possa amá-la verdadeiramente. É como se no fundo, a única filosofia de vida da pessoa seja baseada naquele velho dito: “é muita areia pro meu caminhãozinho”. A partir daí, a pessoa se sente realmente pequeno, fraco, incapaz de viver um sentimento verdadeiro, real... Os psicólogos dizem, que este pensamento e estas ações, refletem o tipo de criação que o indivíduo teve. Se por exemplo, quando criança, foi excluído pelos pais, rejeitado pelos amiguinhos e se sentia sempre em segundo plano, inconscientemente, acabará repetindo esses sentimentos de rejeição e inutilidade quando adulto. É mais uma questão de auto-estima do que maturidade em si, lembrando que quando digo maturidade, não estou me referindo a idade que se tem, mas as experiências por que passou (uma pessoa pode ter 50 anos e ser mais imaturo do que uma pessoa com 25). Colocando na balança, o amor de verdade, nos faz transbordar de felicidade e é sujeito a falhas e decepções, já o platônico, não oferece riscos de decepção ou mágoa porque não existe envolvimento, no entanto, nos frustra pela certeza da impossibilidade de sua concretização. O apaixonado vive angustiado, em cima do muro, sem saber o que fazer ou o que não fazer, com a eterna dúvida que paira entre o tentar concretizar seus sentimentos ou não.
Mas E Ai?
Uma vez que se mergulha nessas águas profundas, nem sempre é fácil voltar á tona. Ainda mais se não houver a mão estendida de um salva vidas, por que nadar com as próprias pernas é muito cansativo, e nessa luta, muitos não conseguem sair de dentro da água ou morrem na praia. O medo de dar a cara a tapas, faz com que as pessoas se acomodem “deixem tudo como está”. No geral, as pessoas não se dão conta de que tal situação pode se tornar uma bola de neve, que em algum momento, as esmagará. Para derreter a neve, só acendendo uma fogueira e ficando ao lado, observando-a derreter. Não tem outro jeito, tem que encarar mesmo. Todas as situações na vida têm dois lados, e por mais difícil que uma situação pareça, ela tem sempre 50% de chances de dar certo e 50% de chances de dar errado. Ou se arrisca a levar um passa fora e um tapa na cara (ainda que de luva), ou se permite conquistar o ser tão desejado. A partir daí, percebe-se que assim como você, a outra pessoa também é humana, normal e limitada, não possuindo nada de inatingível, irreal ou fantástico, criando-se assim, uma relação real, que requer dedicação, cuidado e compreensão, como todas as outras! Mas um dos principais cuidados que se precisa ter, é de não continuar tendo as mesmas ilusões sobre a pessoa, caso contrário, ao se dar conta dos defeitos, das falhas e dos erros que inevitavelmente a pessoa cometerá, tudo pode ir por água abaixo...e lá estará você se afogando novamente! Aquele dito “Ninguém É Perfeito!”, ainda está na moda e precisa ser levado em consideração! Sempre!
E Se Não Der?
Se não houver esta possibilidade, está consumado, amém! A pessoa precisa dar um basta a esse sentimento não correspondido, vazio, sem trocas e sem futuro e batalhar por um amor de verdade, por um relacionamento com alguém real... Por que a cura para um amor ilusório, é um amor real, que preencha os espaços deixados por alguém que nunca existiu de fato.
A Prova Dos Nove?
Não existe sonho ou ilusão, e nem fantasia ou delírio, por mais caprichada e real que pareça, que substitua o toque de um mútuo aprendizado de sentimentos, sensações e prazeres com alguém de carne, ossos, músculos e pura realidade.
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Se você quer que eu confesse, sim eu direi-te tudo o quanto me angustia, e não é de amor que falo! Angustia-me contar os dias lentos em que me apresso para apagar-te do meu coração! A cada dia que passo, corroendo a ferida das tuas palavras, cruéis como facas, atiradas da precisão com que as disparavas, indiferente de seu alvo... E acertava, uma a uma, em minhas mãos, em meus olhos, no meu peito desangrado deste amor abominável, doente e mórbido que eu insistia em cultivar! Ervas daninhas em meu jardim de rosas! Me consola admitir a destreza que desenvolvi de me desfazer de tudo o quanto fosse teu, que lembrasse você, que parecesse ou até mesmo que fosse você! Esqueci do ultimo encontro, apaguei teu ultimo telefonema, ensurdeci a tua voz e amordacei tuas palavras... De repente, que susto, me perguntei quem era você!
Hoje é a ultima vez!
Ultima vez que falo em você! Ultima vez teu nome em minha boca, tua lembrança em meu peito, tuas palavras em minhas lembranças...
Depois disto, nunca mais!
Nunca mais essa luz turva que fingia me iluminar, que me confundia, que me cansava a vista...
Nunca mais carrego tua dor em meu colo, tuas lágrimas em meus braços, teu sorriso em caminhos distantes...
A lua que era minha se perdeu desta órbita secreta que em que você a escravizava!
Começo a caminhar sem que você me leve pelas mãos – já reaprendi a andar com meus pés e não com seus passos!
Não sei mais de você, e embora tua ausência ainda me sufoque nos dias, tenho gostado muito de não saber por onde andas! E sei que meu tempo, agora é todo meu!
As canções que ouço, já não me falam de você
A chuva que canta no telhado, já não me traz o resto do teu temporal,
A noite que cai ligeira, já não traz o eco surdo dos teus passos nas esquinas que cercam minha casa!
Por todas as vezes que você desfez tudo que eu fiz de bom,
Por todas as vezes que você preferiu não me olhar por mais que eu ficasse na tua frente,
Por cada palavra que você fingiu que não ouviu e por cada palavra que deverias ter dito e silenciou...
Vou fingir que esses dias que passam, e que luto para apagar você de mim, já passaram por mim, e eu nem percebi!
Se queres saber, sim! Já te esqueci!
O que faço hoje, apenas e somente, é apagar os vestígios, os restos, as sobras...
Depois disto, nunca mais!
Nunca mais você!!!
PS:
Não, eu não estou falando do Zac! Estamos muito bem, obrigado!
Esse post não tem qualquer relação [ainda que remota] com ele.
PS 2:
Universo Instável em permanente hiatus!
Boletim Mal dito suspenso por falta de apoio
Fotoblog Uol Filósofos suicidas deletado!
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É tão prazeroso ver como os membros da minha família se amam e se dão extremamente bem uns com os outros... [espero que não percebam o tom irônico desta frase].
Domingo= almoço na casa da vovó e churrasco na casa do namorado de noite.
E o almoço da vovó sempre do jeito que eu gosto: macarrão + feijão + batata + carne assada [sim, eu adoro macarrão com feijão] tudo regado com coca-cola com morangos ao creme de leite como sobremesa... Seria tudo perfeito se não fosse a minha família, que de perfeita não tem nada, mas que ainda assim eu amo por ser minha família! Afff!!!Bem, os relatos reais realmente ocorridos [rs] que se descrevem a seguir, são a mais pura e plena verdade verdadeira do acontecido [rs 2x]!
Na fila do fogão:
Eu: - Ai meu pé, pô!
Vó: - Quem manda ficar no caminho?
Eu: - Caraca! Não vai pedir desculpa não?
Vó: - Eu não, você nunca pede!
Eu: - Ai que mentira, eu sempre peço...
Vó: - Ah, pega logo sua comida e sai daqui...
Vendo televisão:
Vó: - Que merda é essa que você ta vendo?
Eu: - Merda nenhuma, isso é Smallville
Vó: - Boa porcaria!
Eu: - Você já assistiu alguma vez?
Vó: - Eu não, não perco meu tempo com besteira, não!
Eu: - Se você não viu, não pode falar!
Vó: - Claro que posso!
Eu: - Não, não, não... A gente não pode falar do que não sabe!!!
Todos: - Blá, blá, blá, blá, blóóóóó...
Lendo jornal:
Eu: - Mãe, me dá o folheto da casa e vídeo aí
Mãe: - Você deveria ler o jornal dos concursos, dos vestibulares...
Eu: - Mas eu to a fim de ver o jornal da casa e vídeo
Mãe: - Você não quer nada com a vida, né?
Eu: - Querer eu quero, só que eu só leio o que me dá na telha e não me deu na telha de ler jornal de concurso!
Mãe: - Você não quer saber de estudo, nem nada!
Eu: - Ai meu saco!
Vó: - Você tem?
Eu: - Tenho, dois! Bem grandes: um pra você e um pra minha mãe!
Todos: - Blá, blá, blá, blá, blóóóóó...
Vendo televisão parte 2:
Eu: - Ai, ninguém merece Roberto Carlos! Troço mais chato!
Vó: - Chato são essas merdas que você ouve
Eu: - Eu não ouço merda, merda é o que você ouve...
Vó: - É ruim heim, minha filha... Você não sabe o que é música boa!
Eu: - Se música boa for esse mala do Roberto Carlos, essa velha jovem guarda, aqueles gritinhos ridículos eu não sei mesmo não!
Vó: - Roberto Carlos é o rei
Eu: - Rei de que? Rei de quem? Só se for seu rei...
Vó: - Isso é inveja que você tem dele... Se ele estalasse os dedos você ia correndo para ele
Eu: - Eu não, você!
Vó: - Isso é inveja, eu te conheço!
Eu: - Ah não conhece não! Não conhece mesmo... Não conhece nem um terço do que você acha que conhece, e eu acho a maior graça disso, sabia? Você não sabe de nada, me julga completamente errado...
Vó: - Você que não sabe de nada...
Eu: - Deixa eu calar a boca
Mãe: - É melhor mesmo, guarda a língua dentro da boca...
Vó: - Ué, fala!
Mãe: - Deixa ela quieta, se não ela começa a falar tudo que vem na cabeça, tudo que pensa e essa menina adora falar demais
Vó: - Eu sei, fala mais que a boca, vai morrer pelo próprio veneno...
Eu: - Melhor falar o que se pensa do que ser hipócrita que nem certas pessoas... É fácil julgar e colocar a culpa em quem te fama de ser errado, difícil é tentar entender os fatos... Eu não falo demais não, falo o necessário.
Todos: - Blá, blá, blá, blá, blóóóóó...
Pegando sobremesa:
Eu: - Alguém ainda quer morango?
Todos: ...
Eu: - Alguém ainda quer morango?
Todos: ...
10 minutos depois:
Irmão: - Cadê o morango?
Eu: - Comi!
Mãe: - Você comeu o morango todo?
Eu: - Comi! Por que?
Irmão: - Pô, não deixou nada preá mim?
Eu: - Não!
Mãe: - Por que você fez isso, sua olho grande?
Eu: - Olho grande o cacete! Eu perguntei duas vezes se alguém ainda ia querer a porcaria do morango e ninguém respondeu! Aí eu comi!
Vó: - Da próxima vez deixa pros outros!
Eu: - Depende!
Vó: - Depende de que?
Eu: - Depende de vocês responderem quando eu perguntar, se não eu como mesmo, não quero nem saber!
Mãe: - Ai, você é horrível!
Eu: - Obrigado, eu me esforço!
Todos: - Blá, blá, blá, blá, blóóóóó...
Mas nem sempre é assim,
Ás vezes as discussões domésticas, tornam-se agressões não apenas verbais e acabamos todos na DPO registrando ocorrência. [brincadeirinha].
Se eu fosse narrar todas as “sutis” conversas que já tive e que já ouvi no seio familiar, ficaria dias e mais dias escrevendo...
E não há tendinite e dor na coluna que não me faça desistir!
Não há nada mais bonito de se observar do que a harmonia entre os iguais!
[editando]
Alguém reparou que eu mudei as colunas e toda área de perfil?
Para ler o conteúdo "escondido" clique no título!
Eu sei que o post de hj é passado,
Mas eu estava preocupada demais em mudar o menu e organizar o perfil para postar algo que decente!
=S
[/editando]
Bagaça 01 atualizada
Bagaça 02 atualizada
Bagaça 03 atualizada
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Ás vezes eu fico me perguntando, quais são os fatores que determinaram que eu fosse quem eu sou!
Não estou falando de caráter ou personalidade... Estou falando sobre quem eu sou, eu - pessoa!
Quais fatores determinaram que eu nascesse da minha mãe e não de outra mãe qualquer?
E o que fez minha mãe nascer da minha avó?
Porque eu nasci aqui no Brasil em 1983 e não na Eslovênia em 2003 ou em Sri Lanka em 1815?
Porque eu nasci mulher e não homem?
Como foi determinado que eu sentisse as coisas que sinto, as dores e emoções que sinto?
E quem me garante que não tem um outro ser vivendo por aí, sentindo as mesmas emoções, ou melhor, as emoções que são minhas? [ou que deveriam ser minhas?]
Já se perguntaram "quem eu sou?" - pois é, eu sei quem eu sou, estou me perguntando "porque eu sou?"
Eu sou eu mesmo? Eu sou quem eu acho que sou?
E se eu estiver por aí, vivendo em outro corpo, sem saber?
E se outra pessoa estiver sentindo e vivendo os sentimentos, os prazeres e as dores que são minhas?
E se eu tiver um outro nome, um outro corpo, uma outra vida?
Às vezes é isso mesmo que a gente queria - ser outra pessoa, ter outra vida, outro passado, outro presente e outro futuro...
Mas porque se são nossas escolhas, as coisas que fazemos e sentimos que determinam esses fatores,
Me parece que a culpa que carregamos do que fazemos de nossas vidas aparenta ser tão insuportável ao ponto da gente querer ser outra pessoa?
Então, a idéia de ser outra pessoa, viver outra vida, com outros fatores determinantes de tempo, espaço e direção, parece ser mais reconfortante!
Isso sem precisar morrer!
Porque será que eu existo? Nunca entendi muito isso, e não consigo explicar direito o que eu sinto em relação a isso!
O que determinou que este corpo onde habito fosse meu e não de outra pessoa?
E quem me garante que eu não era para ter nascido em outro corpo e de repente, errei o caminho e vim parar neste corpo?
E se eu morrer amanhã e não puder escolher em qual corpo quero renascer?
Então as minhas coisas já não estarão em mim, e sim em outro ou outra e eu vou estar vivendo tudo de novo na vida de outra pessoa, mesmo sem querer?
O que determinou que eu fosse a irmã mais velha, que meu pai morresse, que eu me parecesse com ele quando pequena e com a minha mãe quando mais velha, porque eu não nasci a minha bisavó?
Porque raios eu me apaixonei pelo Zac e não pelo Fábio Assunção?
Seria fácil se a gente pudesse escolher quem seria, aí todo mundo seria rico, feliz, bem sucedido...
Quem não gostasse da sua cara, poderia escolher: ser branco, negro, louro, moreno, mameluco, índio, mulato, azul, verde, rosa...
Ter olhos castanhos, azuis, verdes, roxos... [eu escolheria ter olhos azuis - iguais aos da Camila Morgado]
Escolheria quem seria a nossa mãe, nosso pai, e aquele seu melhor amigo seria seu irmão ao invés de ser aquele pentelho mala que esta na sua casa!
Mas o fato é que não é dado a nós o direito de escolher!
Não temos o livre arbítrio de determinar quem queremos ser, como queremos ser, aonde queremos nascer e nem se queremos nascer! Quando você vai se dar conta, pronto: já nasceu!
Já está lá, vivendo, sofrendo, sorrindo, chorando, e vivendo todos os fatores que vão determinar quem você será!
Aí quando você se acostuma a ser quem você é, quando você aceita seu passado, seu presente e já não se preocupa muito com seu futuro, de repente você morre!
E para onde vai você?
Para o céu? Para o inferno? Para o julgamento? Para o limbo? Para as nuvens? Para outro corpo?
Você acaba ou recomeça?
Você simplesmente continua vivendo em outro lugar?
Eu realmente não acredito que quando morrer vá parar em outro corpo, mas as vezes me pergunto e me interpelo sobre isso - bem, eu precisaria morrer para saber!
Mas talvez se eu morresse, acabaria não sabendo de nada! Como realmente não sei!
Tá... Eu gostaria que algumas coisas fossem bem diferentes na minha vida, mas aceito que não podem ser.
Então começo a gostar mais de viver como vivo
E cada vez gosto mais de mim
Ás vezes eu queria não existir! Nada contra mim, mas acho que se eu pudesse escolher, não existiria!
Ou não!
Na verdade, não existe nada que me faça não gostar de mim, ou não gostar de existir!
Não sei como vim parar aqui, mas já que já estou aqui e não tem outro jeito, só me resta viver, não é mesmo?
Não fiquem se perguntando o tempo todo quem vocês são, porque são, e etc, porque essas perguntas e essas dúvidas sempre ficam sem resposta!
E se você for uma daquelas pessoas que não aceitam uma pergunta sem resposta, vocês podem acabar enlouquecendo - Como eu! =D
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Msn é uma coisa né?
Se eu fosse contar tantas conversas insanas que tenho com meus amigos, vocês morreriam de rir!
No entanto, tenho conversado demais da conta com o meu amigo Charles! *Charles da Academia Blogueira de Letras*
E nem dá pra contar tudo, porque a gente conversa anto, mas tanto, que daria um livro e não um post!
Começando a falar dos meus sobrinhos, eu dei um jeito de falar mal de mim
Sim, eu ajudo a me difamar!
Segue:
Charles diz:
eu acho legal pra caramba isso, sério... se dar bem com crianças, gostar de crianças e tal.. tem q ser uma boa pessoa pra isso
sabe o q eu acho, posso estar enganado, vc gosta de ser má e tal mas no fundo é mó coração mole..rs igual a mim..rs
::Wild Honey::
hum...
não acho q eu seja uma pessoa boa, mas eu gosto pra caramba de criança
principalmente com bastante sal...hauhauhauahau
brincadeira
Charles diz:
hahahahahahhaa
agora tô entendendo todo esse amor né..rs
::Wild Honey::
isso é pq eu fui uma criança muito má, dessas q ninguem gosta de levar pras festinhas, que arranha carros com moeda, bate em todo mundo e etc
Charles diz:
hahahhahahaha
::Wild Honey::
eu enlouqueci minha mãe, ela me batia chorando dizendo q ia me colocar em colegio interno e ia pro hospicio
eu vivia quebrada, machucada, tenho um monte de cicatriz
Charles diz:
não sei se eu fui tão ruim qto vc..rs. mas eu era um diabo tb..rs
era estressado demais, se eu não conseguia fazer alguma coisa ficava com uma puta raiva..rs
::Wild Honey::
ela ja derrubou a porta do banheiro pra me tirar la de dentro a porradas
Charles diz:
hahhaaahha
::Wild Honey::
é serio
Charles diz:
mas q vc tinha aprontado?..rs
::Wild Honey::
tinha escrito "viado" no capô do carro do pai do menino q me bateu na rua
Charles diz:
hahaaahhahahahhaha
::Wild Honey:: :
depois disso passei a me esconder no telhado
Charles diz:
eu subia na árvore..rs... ela não conseguia subir e eu ficava lá qdo aprontava alguma até passar a raiva da minha mãe
::Wild Honey::
depois eu derrubei o irmãozinho menor dele da bicicleta e o menino quebrou o braço
a fama de má se estendeu.... fazer o q? eu nunca prestei muito
Charles diz:
eu tinha uns surtos desses tb..rs.. falando nisso de bicicleta, eu lembro até, eu tinha uns 5 anos... uma menina andando de bicicleta na boa, dando risada, não sei o q me deu q eu tava com um galho de arvore na mão e dei uma puta varada na perna da menina..rs
do nada..rs
::Wild Honey::
hahaha ja fiz quase isso, eu enfiei um galho na roda da bicicleta de uma menina!!!
eu ja derrubei uma menina da escada na escolinha, ela rolou um patamar inteiro
Charles diz:
hahahahahaaaahhaa
Charles diz:
quem sofria mais era minha irmã..rs
::Wild Honey::
eu uma vez bati num menino na escola ate a cara dele sangrar, pq ele colou chiclete no meu cabelo
e eu devia ter uns 7 ou 8 anos
::Wild Honey::
e o meu primo tem uma cicatriz na testa q fui eu q fiz com o cinzeiro de granito do meu tio - taquei no quengo dele
Charles diz:
hahahhahahahahah
Charles diz:
eu não aguentava ver ela quietinha brincando, eu tinha q fazer alguma coisa... o q eu mais gostava era de arrancar a cabeça de uma boneca de pano q ela tinha.. eu nem sei qtas vezes minha mãe me fez custurar de volta..rs
::Wild Honey::
hahahaaa
::Wild Honey::
meu irmão é mais novo, ele sofria tbm
eu arrancava as rodas de todos os carrinhos dele
Charles diz:
caramba né... qta coisa a gente apronta e na época nem se dá conta...rs.. criança é phoda mesmo..rs
::Wild Honey::
e quando calhava dele ganhar um brinquedo novo e eu não, dava logo um jeito de quebrar
inda ria: se não tem pros dois não tem pra nenhum
Charles diz:
vc é má mesmo..hahahhaa
::Wild Honey::
minha mãe me batia muito...todo dia...eu vivia de castigo e fugia
Charles diz:
castigo eu nunca ficava, mas apanhava pra caramba
::Wild Honey::
depois que fui ficando velha, fui ficando mais discreta e dissimulada
Charles diz:
putz.. eu ainda disse uma q vez q qdo eu crescesse era eu q ia bater nos meus pais..rs
::Wild Honey:: :
ai eu fazia as merdas e colocava a culpa nos outros
Charles diz:
hahaaha
::Wild Honey::
serio
::Wild Honey:::
não dava pra me fazer de santa, porque nunca colava
hauahuahaa a fama ja estava impregnada
Charles diz:
é né.. e duro era convencer q a culpa não era sua né, mesmo qdo não era mesmo...rs
::Wild Honey:::
quando comecei a fazer teatro piorei
rsrrsss
Charles diz:
aí aprendeu a fingir bem?..rs
::Wild Honey::
ô...
huahauha
::Wild Honey::
das vezes q a culpa não era minha e acabava caindo em mim, eu ficava com ódio [e a te hj fico quando acontece] e aí eu dava um jeito de aprontar uma pior ainda
geralmente pro verdadeiro *dono da culpa
Charles diz:
pra se vingar..rs
::Wild Honey::
claro...alem de má, vingativa! aí eu acostumei
Charles diz:
quero morrer teu amigo...haahahaa
::Wild Honey::
fiquei cara de pau
virei a propria ironia em pessoa, passei a me aproveitar de todas as situações em proveito proprio
cara, meus namorados sofreram muito na minha mão
Charles diz:
vc me convenceu, retiro o q eu disse.. vc é realmente má..hahaahaha
::Wild Honey::
mas hj em dia, minha maldade é mais verbal! eu melhorei muito! mas que não pisem no meu calo
Charles diz:
bom, eu sou geralmente bem legal, desde q não me façam nada... mas se aprontar comigo, é só uma vez tb, e tem troco
::Wild Honey:: :
é serio, amore! eu não importo em ser má, em ter fama de má, mas hj em dia eu respeito as pessoas, o espaço, a opinião e os sentimentos de cada um - coisa que não fazia antes
Charles diz:
ainda bem né
::Wild Honey::
sou bem 8 ou 80 - amiga dos amigos e inimiga dos inimigos
e inimiga dos inimigos dos amigos tbm
Charles diz:
eu gosto de pessoas assim mesmo
ou é ou não é.. sem essa de não sei..rs
mas ainda quero morrer seu amigo!
Enfim... Charles, amore eu disse que ia postar nossa conversa não disse?
Mas infelizmente eu tive que resumir [e editar alguns errinhos básicos, né?]
Acho que essas nossas conversas dariam um bom livro de comédia pastelão, um tanto insano, óbvio, mas ainda sim um bom livro!
Seria um daqueles mais vendidos des coleções tipo: "as pessoas surtam na internet"
Agora, só não venha reclamar comigo se você ficar difamado,
Porque além de andar em má companhia [a minha] ainda destrui sua fama de poeta com esse post!
Eu sou má!!! hehehehehehe
Sem contar que isso comprova a minha teoria de que "todo mundo é mau" e de que "nada é tão ruim quanto pensam e nem tão bom quanto julgam" ... Mas isso é história pára um outro post!!!
=)
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